ACREDITO NA POLÍTICA E NA CONSTRUÇÃO COLETIVA COMO MEIO DE MUDAR A REALIDADE, CONQUISTAR DIREITOS E GARANTIR DIGNIDADE PARA TODAS E TODOS
Meu nome é Maria Aparecida dos Santos. Nasci em 1959, filha de João Alves dos Santos, motorista pernambucano e Isabel Viana dos Santos, dona de casa baiana, dois migrantes nordestinos que vieram lutaram para sobreviver e sustentar a família.
Fui criada e morei por muitos anos na periferia de Santos, em bairros onde faltam ate hoje acesso ao saneamento básico mínimo para que uma pessoa possa sobreviver. Convivi com o abandono do poder público, com o descaso contra as pessoas, com a violência cotidiana que aflige a população pobre.
Sou professora formada pelo magistério, mas não cheguei a exercer a profissão diretamente pois optei em atuar na saúde, trabalhando nos Centros de Convivência Infantil.
Sou servidora pública aposentada. Ingressei no funcionalismo em 1984, exercendo a função de escriturária. Nesse período anterior a constituição de 1988, era proibido ao funcionalismo público ser sindicalizado, sendo vedada a nossa organização sindical. Nós lutamos para mudar isso.
Com a promulgação da Constituição de 1988, conquistamos o direito a sindicalização. Nesse momento eu já estava prestando serviços no Hospital Guilherme Álvaro, onde me reuni com a companheiros importante para a luta de nossa cidade, como a Glacia Maria dos Passos, Nair Rosa e o Rivaldo Ferreira Alves.
Nos organizamos em nosso local de trabalho, e ajudamos construção e organização sindical em toda a região da Baixada Santista. Participei de inúmeras mobilizações e greves, reivindicando salários dignos, sempre na defesa incondicional por um Sistema Único de Saúde 100% público, estatal com acesso universal para todos os brasileiros.
Entendemos que nossa luta por melhores condições de trabalho não era apenas para nós, mas para toda a população usuária do sistema de saúde pública. As conquistas são para todos.
Na contramão dos interesses da classe trabalhadora, os governos em todos os níveis, ao invés de avançar na consolidação e ampliação do SUS, promoveram o desmonte. Isso se deu através do sucateamento, terceirizações, implantando as Organizações Sociais, e o subfinanciamento da saúde pública.
O congelamento dos salários e concursos públicos de reposição de funcionários, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a desvinculação de Receitas da União e a dívida pública são partes desse pacote que impede uma consolidação da saúde pública para para toda a população.
O efeito disso tudo vemos agora nessa crise sanitária, que mais uma vez acaba penalizando a população pobre, enquanto novamente as Organizações Sociais voltam a serem protagonistas de escândalos.
A pandemia escancarou o seu viés de classe aos mais vulneráveis, moradores em situação de rua, população LGBTQIA+, quilombolas, negras e negros nas periferias e nos morros, povos indígenas de todo o Brasil. Para estes não existe garantia de acesso aos leitos hospitalares e a tratamentos adequados. Um verdadeiro genocídio.
Somos vítimas do desemprego, não temos acesso a uma renda básica permanente, sendo uma necessidade negada pelo governo fascista de Bolsonaro.
Nesse contexto, há uma necessidade de mudança. Nós mulheres devemos ser protagonistas. Lugar de Mulher é na Política, e onde mais quisermos.
Minha pré-candidatura à vereadora pelo PSOL, enquanto feminista de origem negra, indígena e nordestina, que passa como a maioria de todas nós pela violência do machismo, do preconceito social e racial, que rouba a vida das nossas filhas e filhos, tem como compromisso lutar para mudar essa situação.
Essa discussão é fruto de um trabalho coletivo, formado por dezenas de militantes organizados na luta anticapitalista e antifascista, para que a vida esteja acima dos lucros dos patrões.
Meu nome é Maria Aparecida dos Santos. Nasci em 1959, filha de João Alves dos Santos, motorista pernambucano e Isabel Viana dos Santos, dona de casa baiana, dois migrantes nordestinos que vieram lutaram para sobreviver e sustentar a família.
Fui criada e morei por muitos anos na periferia de Santos, em bairros onde faltam ate hoje acesso ao saneamento básico mínimo para que uma pessoa possa sobreviver. Convivi com o abandono do poder público, com o descaso contra as pessoas, com a violência cotidiana que aflige a população pobre.
Sou professora formada pelo magistério, mas não cheguei a exercer a profissão diretamente pois optei em atuar na saúde, trabalhando nos Centros de Convivência Infantil.
Sou servidora pública aposentada. Ingressei no funcionalismo em 1984, exercendo a função de escriturária. Nesse período anterior a constituição de 1988, era proibido ao funcionalismo público ser sindicalizado, sendo vedada a nossa organização sindical. Nós lutamos para mudar isso.
Com a promulgação da Constituição de 1988, conquistamos o direito a sindicalização. Nesse momento eu já estava prestando serviços no Hospital Guilherme Álvaro, onde me reuni com a companheiros importante para a luta de nossa cidade, como a Glacia Maria dos Passos, Nair Rosa e o Rivaldo Ferreira Alves.
Nos organizamos em nosso local de trabalho, e ajudamos construção e organização sindical em toda a região da Baixada Santista. Participei de inúmeras mobilizações e greves, reivindicando salários dignos, sempre na defesa incondicional por um Sistema Único de Saúde 100% público, estatal com acesso universal para todos os brasileiros.
Entendemos que nossa luta por melhores condições de trabalho não era apenas para nós, mas para toda a população usuária do sistema de saúde pública. As conquistas são para todos.
Na contramão dos interesses da classe trabalhadora, os governos em todos os níveis, ao invés de avançar na consolidação e ampliação do SUS, promoveram o desmonte. Isso se deu através do sucateamento, terceirizações, implantando as Organizações Sociais, e o subfinanciamento da saúde pública.
O congelamento dos salários e concursos públicos de reposição de funcionários, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a desvinculação de Receitas da União e a dívida pública são partes desse pacote que impede uma consolidação da saúde pública para para toda a população.
O efeito disso tudo vemos agora nessa crise sanitária, que mais uma vez acaba penalizando a população pobre, enquanto novamente as Organizações Sociais voltam a serem protagonistas de escândalos.
A pandemia escancarou o seu viés de classe aos mais vulneráveis, moradores em situação de rua, população LGBTQIA+, quilombolas, negras e negros nas periferias e nos morros, povos indígenas de todo o Brasil. Para estes não existe garantia de acesso aos leitos hospitalares e a tratamentos adequados. Um verdadeiro genocídio.
Somos vítimas do desemprego, não temos acesso a uma renda básica permanente, sendo uma necessidade negada pelo governo fascista de Bolsonaro.
Nesse contexto, há uma necessidade de mudança. Nós mulheres devemos ser protagonistas. Lugar de Mulher é na Política, e onde mais quisermos.
Minha pré-candidatura à vereadora pelo PSOL, enquanto feminista de origem negra, indígena e nordestina, que passa como a maioria de todas nós pela violência do machismo, do preconceito social e racial, que rouba a vida das nossas filhas e filhos, tem como compromisso lutar para mudar essa situação.
Essa discussão é fruto de um trabalho coletivo, formado por dezenas de militantes organizados na luta anticapitalista e antifascista, para que a vida esteja acima dos lucros dos patrões.